
A energia sexual, como recurso da Lei de Atração, na perpetuidade do Universo, é inerente à própria vida, gerando cargas magnéticas em todos os seres, à face das potencialidades criativas de que se reveste.
Nos seres primitivos, situados nos primeiros degraus da emoção e do raciocínio, e, ainda, em todas as criaturas que se demoram voluntariamente no nível dos brutos, a descarga de semelhante energia se opera inconsideradamente. Isso, porém, lhes custa resultados angustiosos a lhes lastrearem longo tempo de fixação em existências menos felizes, nas quais a vida, muito pouco e pouco ensina a cada um que ninguém abusa de alguém sem carrear prejuízo a si mesmo.
Atendendo à soma das qualidades adquiridas, na fieira das próprias reencarnações, o Espírito se revela, no Plano Físico, pelas tendências que registra nos recessos do ser, tipificando-se na condição de homem ou de mulher, conforme as tarefas que lhe cabe realizar. Além disso, a individualidade, muitas vezes, independentemente dos sinais morfológicos, encerra em si extensa problemática, em se tratando de vinculações e inclinações de caráter múltiplo. Cada pessoa se distingue por determinadas particularidades no mundo emotivo.
O sexo se define, desse modo,, por atributo não apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle.
Através dele dimanam forças criativas, às quais devemos, na Terra, o instituto da reencarnação, o templo do lar, as bênçãos da família, as alegrias revitalizadoras do afeto e o tesouro inapreciável dos estímulos espirituais.
Insensato subtrair-lhe as manifestações aos seres humanos, a pretexto de elevação compulsória, de vez que o erotismo se entranha na estrutura da alma, ao mesmo tempo que seria absurdo arremessá-lo ao campo da aventura menos digna, com a desculpa de se lhe garantir libertação.
Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente reclama responsabilidade e discernimento. Por isso mesmo, nossos irmãos e irmãs precisam saber o que fazem com as energias sexuais, observando como, com quem e para que se utilizam de semelhantes recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão subordinados à Lei de Causa e Efeito; e, segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará. ■
(Espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)
Nos seres primitivos, situados nos primeiros degraus da emoção e do raciocínio, e, ainda, em todas as criaturas que se demoram voluntariamente no nível dos brutos, a descarga de semelhante energia se opera inconsideradamente. Isso, porém, lhes custa resultados angustiosos a lhes lastrearem longo tempo de fixação em existências menos felizes, nas quais a vida, muito pouco e pouco ensina a cada um que ninguém abusa de alguém sem carrear prejuízo a si mesmo.
Atendendo à soma das qualidades adquiridas, na fieira das próprias reencarnações, o Espírito se revela, no Plano Físico, pelas tendências que registra nos recessos do ser, tipificando-se na condição de homem ou de mulher, conforme as tarefas que lhe cabe realizar. Além disso, a individualidade, muitas vezes, independentemente dos sinais morfológicos, encerra em si extensa problemática, em se tratando de vinculações e inclinações de caráter múltiplo. Cada pessoa se distingue por determinadas particularidades no mundo emotivo.
O sexo se define, desse modo,, por atributo não apenas respeitável mas profundamente santo da Natureza, exigindo educação e controle.
Através dele dimanam forças criativas, às quais devemos, na Terra, o instituto da reencarnação, o templo do lar, as bênçãos da família, as alegrias revitalizadoras do afeto e o tesouro inapreciável dos estímulos espirituais.
Insensato subtrair-lhe as manifestações aos seres humanos, a pretexto de elevação compulsória, de vez que o erotismo se entranha na estrutura da alma, ao mesmo tempo que seria absurdo arremessá-lo ao campo da aventura menos digna, com a desculpa de se lhe garantir libertação.
Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente reclama responsabilidade e discernimento. Por isso mesmo, nossos irmãos e irmãs precisam saber o que fazem com as energias sexuais, observando como, com quem e para que se utilizam de semelhantes recursos, entendendo-se que todos os compromissos na vida sexual estão subordinados à Lei de Causa e Efeito; e, segundo esse exato princípio, de tudo o que dermos a outrem, no mundo afetivo, outrem também nos dará. ■
(Espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier)
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