
Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”. (Mateus, 24:13)
Os infortúnios são filhos das indecisões. A fé cristã transporta os montes das preocupações de dentro para fora de nós, quando os transforma em solo fértil, guardando no seu seio sementes frutíferas. O estudante da verdade nunca deve perder o ânimo, sejam quais forem as circunstâncias, encontra-se uma solução, sem que ela perturbe os outros. Os recursos são imensuráveis. O médium de que falamos é um iniciado nas coisas espirituais e, para tanto, sua disposição na vida para viver é muito grande; não perde a oportunidade de estimular os sofredores, para que todos possam ter fé. O cristão nunca esquece a vitória. Faz questão de sempre ampliar o que existe de bom em si.
A nossa mente é um turbilhão de forças esperando disciplina, e essa disciplina educativa começa no dia-a-dia. Nesse clima, passa a compreender algumas das leis que nos protegem, dedilhando em seguida o esforço próprio de auto-controle das emoções.
Nosso assunto principal, neste momento é mediunidade. O médium colaborando no despertamento do bem nas criaturas de boa vontade. Esperamos que o tempo possa unir todos os povos de quaisquer credos ou políticas em livre diálogo, sem ostentação.
Que a intenção de aproveitamento seja a luz de todos os interesses. Para que ofender o companheiro, só porque participa e se interessa por idéias que não nos pertencem? Por que esquecer amigos somente por não comungarem com a nossa fé? No fundo, o ideal de um é o de todos, porque somos todos filhos do mesmo Deus.
Nunca devemos perder o ânimo de melhorar em todos os sentidos. As linhas que nos ligam aos nossos ancestrais estão perdidas na poeira do tempo. No entanto, a razão nos leva para bem longe, na retaguarda, fazendo-nos crer que fomos muito piores. Essa análise nos leva a aceitação d evolução do ser. Partindo daí, para que ferir nosso irmão de jornada? Por que não perdoar? Por que o ódio, porque a guerra? Se o caminho é a Lei do Amor. Por que a usura e o egoísmo, se a caridade já provou ser o instrumento de salvação de todos os Espíritos? Estudantes ou médiuns, tenhamos bom ânimo, erguendo os que se encontram infortunados. Não basta fazer algumas coisas boas; o ideal é perseverar nelas. Entretanto, se ainda as forças faltarem, façamos o que pudermos, mas lembremo-nos de continuar, todas as vezes que surgir o fracasso.
O médium deve conciliar a coragem com o discernimento, a palavra com a disciplina, a inteligência com a instrução e a educação, a caridade com o equilíbrio, a análise com a brandura e o amor. A experiência nos lembra que, de vez em quando, somos tocados pela melancolia e, por vezes, o medo invade nossos pensamentos e por natureza reagimos com agressividade. Eis porque precisamos ler, estudando a doutrina de Jesus.
O trabalho, o esforço de modificar é nosso. A participação do mundo espiritual é enorme. Os Espíritos superiores, ao verem alguém se esforçando para melhorar, usam de todos os seus recursos disponíveis que possam ser aceitos. Se o encarnado for católico, vem ajuda por meio de sua crença; se pertencer à reforma, sempre a Bíblia será seu repositório; se espírita, usa da mediunidade mais diretamente; se ateu, da sua própria filosofia. Deus sabe ajudar por todos os
Os infortúnios são filhos das indecisões. A fé cristã transporta os montes das preocupações de dentro para fora de nós, quando os transforma em solo fértil, guardando no seu seio sementes frutíferas. O estudante da verdade nunca deve perder o ânimo, sejam quais forem as circunstâncias, encontra-se uma solução, sem que ela perturbe os outros. Os recursos são imensuráveis. O médium de que falamos é um iniciado nas coisas espirituais e, para tanto, sua disposição na vida para viver é muito grande; não perde a oportunidade de estimular os sofredores, para que todos possam ter fé. O cristão nunca esquece a vitória. Faz questão de sempre ampliar o que existe de bom em si.
A nossa mente é um turbilhão de forças esperando disciplina, e essa disciplina educativa começa no dia-a-dia. Nesse clima, passa a compreender algumas das leis que nos protegem, dedilhando em seguida o esforço próprio de auto-controle das emoções.
Nosso assunto principal, neste momento é mediunidade. O médium colaborando no despertamento do bem nas criaturas de boa vontade. Esperamos que o tempo possa unir todos os povos de quaisquer credos ou políticas em livre diálogo, sem ostentação.
Que a intenção de aproveitamento seja a luz de todos os interesses. Para que ofender o companheiro, só porque participa e se interessa por idéias que não nos pertencem? Por que esquecer amigos somente por não comungarem com a nossa fé? No fundo, o ideal de um é o de todos, porque somos todos filhos do mesmo Deus.
Nunca devemos perder o ânimo de melhorar em todos os sentidos. As linhas que nos ligam aos nossos ancestrais estão perdidas na poeira do tempo. No entanto, a razão nos leva para bem longe, na retaguarda, fazendo-nos crer que fomos muito piores. Essa análise nos leva a aceitação d evolução do ser. Partindo daí, para que ferir nosso irmão de jornada? Por que não perdoar? Por que o ódio, porque a guerra? Se o caminho é a Lei do Amor. Por que a usura e o egoísmo, se a caridade já provou ser o instrumento de salvação de todos os Espíritos? Estudantes ou médiuns, tenhamos bom ânimo, erguendo os que se encontram infortunados. Não basta fazer algumas coisas boas; o ideal é perseverar nelas. Entretanto, se ainda as forças faltarem, façamos o que pudermos, mas lembremo-nos de continuar, todas as vezes que surgir o fracasso.
O médium deve conciliar a coragem com o discernimento, a palavra com a disciplina, a inteligência com a instrução e a educação, a caridade com o equilíbrio, a análise com a brandura e o amor. A experiência nos lembra que, de vez em quando, somos tocados pela melancolia e, por vezes, o medo invade nossos pensamentos e por natureza reagimos com agressividade. Eis porque precisamos ler, estudando a doutrina de Jesus.
O trabalho, o esforço de modificar é nosso. A participação do mundo espiritual é enorme. Os Espíritos superiores, ao verem alguém se esforçando para melhorar, usam de todos os seus recursos disponíveis que possam ser aceitos. Se o encarnado for católico, vem ajuda por meio de sua crença; se pertencer à reforma, sempre a Bíblia será seu repositório; se espírita, usa da mediunidade mais diretamente; se ateu, da sua própria filosofia. Deus sabe ajudar por todos os
meios.
Tornamos a dizer: nunca percamos o ânimo e, no que toca ao bem, façamos dele o facho de luz que nos ilumina, eternamente..
(Espírito Miramez )
(Espírito Miramez )
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