
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. (Chico Xavier)
Você já serviu de ponte?
Bem ensina Emmanuel: - A natureza é sempre o celeiro abençoado de lições. Coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa.
Em a natureza vemos o ensino: uma paisagem, uma árvore, o rio, a fonte, a flor, o próprio estrume, tudo nos dá lições, quando vestidos de humildade, sem visões estreitas, lemos no Livro de Deus.
Falávamos ao Chico sobre esses assuntos, quando passávamos sobre uma ponte.
Ele lembrou Casimiro Cunha:
“Ponte silenciosa, no esforço fiel e ativo, é um apelo à Lei do Amor, sempre novo, sempre vivo.
Vendo-a nobre e generosa, servido sem altivez, convém saber se já fomos como a ponte alguma vez.”
Lembrou também de Emmanuel lhe haver perguntado: - Chico, você já serviu de ponte? E que ele silenciara ...
Mas, dias depois, viajando com um sacerdote, de Pedro Leopoldo para Belo Horizonte, num ônibus, recordara da pergunta de seu querido Guia.
Com uma hora e meia de boa conversa, repartiu com o companheiro de viagem o que já havia ganho de conhecimento sobre o amor, a fé, e sua visão sobre a vida.
Sentiu que fora ponte, para que o servo do Cristo, em sua tarefa testemunhal, ganhasse outra margem de conhecimento novo e se sentisse maravilhado.
E agora nos perguntemos: - Quantas vezes podemos ser pontes e deixamos passar a oportunidade?
Bem ensina Emmanuel: - A natureza é sempre o celeiro abençoado de lições. Coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa.
Em a natureza vemos o ensino: uma paisagem, uma árvore, o rio, a fonte, a flor, o próprio estrume, tudo nos dá lições, quando vestidos de humildade, sem visões estreitas, lemos no Livro de Deus.
Falávamos ao Chico sobre esses assuntos, quando passávamos sobre uma ponte.
Ele lembrou Casimiro Cunha:
“Ponte silenciosa, no esforço fiel e ativo, é um apelo à Lei do Amor, sempre novo, sempre vivo.
Vendo-a nobre e generosa, servido sem altivez, convém saber se já fomos como a ponte alguma vez.”
Lembrou também de Emmanuel lhe haver perguntado: - Chico, você já serviu de ponte? E que ele silenciara ...
Mas, dias depois, viajando com um sacerdote, de Pedro Leopoldo para Belo Horizonte, num ônibus, recordara da pergunta de seu querido Guia.
Com uma hora e meia de boa conversa, repartiu com o companheiro de viagem o que já havia ganho de conhecimento sobre o amor, a fé, e sua visão sobre a vida.
Sentiu que fora ponte, para que o servo do Cristo, em sua tarefa testemunhal, ganhasse outra margem de conhecimento novo e se sentisse maravilhado.
E agora nos perguntemos: - Quantas vezes podemos ser pontes e deixamos passar a oportunidade?
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